Há pouco mais de uma semana, no dia 11 de setembro, uma descarga de origem e composição desconhecidas foi detetada no curso do Rio Homem, com impacto direto na zona de Lago, no concelho de Amares.
O cenário visível nas margens gerou um alerta imediato: havia uma quantidade invulgar de espuma branca e a libertação de odores bastante desagradáveis. As autoridades ambientais foram prontamente contactadas e a população local recebeu uma recomendação clara e urgente por parte da autarquia:
- não entrar em contacto com a água,
- não tomar banho,
- não praticar quaisquer atividades recreativas
- não utilizar a água do rio para qualquer finalidade, por estritas razões de precaução e segurança.
Passou uma semana, e o que mudou?
O Silêncio das Autoridades e as Perguntas Sem Resposta
🔎 Qual foi a origem da descarga?
🧪 Qual era a sua composição?
⚠️ Qual foi a causa da ocorrência?
💧 A água já foi considerada segura?
📢 As restrições anunciadas no dia 11 de setembro foram levantadas ou mantêm-se?
A escassa informação pública disponível continua a apontar para um caso cuja autoria permanece totalmente desconhecida.
As primeiras vistorias técnicas realizadas às infraestruturas de saneamento e condutas na zona de Lago não identificaram qualquer anomalia estrutural que permitisse associá-las ao foco de poluição.
